[CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Convidado em Qui Mar 06, 2014 11:17 am

Octavarium escreveu:Filminho fraco do carai.
Bla bla bla demais, ação de menos.

Nisso concordo, mas os 5 minutos de ação são 10 vezes mais bem elaborados e emocionante que as 2 horas de "ação" dos filmes do Robocop antigo.

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por EuripedezMACRE em Qui Mar 06, 2014 11:17 am

Galileu Bizarro escreveu:Não vou mais opinar sobre esse filme...quem gostou gostou...quem não gostou engula!


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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Drico em Qui Mar 06, 2014 11:28 am

DouG-MGA escreveu:
Octavarium escreveu:Filminho fraco do carai.
Bla bla bla demais, ação de menos.

Nisso concordo, mas os 5 minutos de ação são 10 vezes mais bem elaborados e emocionante que as 2 horas de "ação" dos filmes do Robocop antigo.

Mais elaboradas era de se esperar de um filme feito 27 anos depois... A luta de sabre de Ameaça fantasma é muito mais elaborada que do Nova esperança, mas e daí?

"Emocionante" discordo totalmente... não me apeguei a ninguém no filme, não houve emoção nas lutas... podia morrer todo mundo.

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Octavarium em Qui Mar 06, 2014 11:30 am

Concordo com Drico.
Ação dele totalmente bagunçada e não empolgou em momento algum.

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Convidado em Qui Mar 06, 2014 11:32 am

Drico escreveu:
DouG-MGA escreveu:
Octavarium escreveu:Filminho fraco do carai.
Bla bla bla demais, ação de menos.

Nisso concordo, mas os 5 minutos de ação são 10 vezes mais bem elaborados e emocionante que as 2 horas de "ação" dos filmes do Robocop antigo.

Mais elaboradas era de se esperar de um filme feito 27 anos depois... A luta de sabre de Ameaça fantasma é muito mais elaborada que do Nova esperança, mas e daí?

"Emocionante" discordo totalmente... não me apeguei a ninguém no filme, não houve emoção nas lutas... podia morrer todo mundo.

Nem Jesus agradou todos.

Tem muitos filmes da mesma época do Robocop clássico que tem cenas de ação muito melhores, então tempo não é justificativa para as cenas de "ação" do Robocop clássico serem tão paradas, eles apenas compensavam a paradeira do filme com um miolo estourado aqui, ou bagos no chão ali.

A luta dele contra 5 ED-209 não foi emocionante? A forma que ele invade o galpão dos bandidos sentando bala para todo lado não foi foda? Desisto também, vou atrás do Galila.


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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por tetsuozero em Qui Mar 06, 2014 11:37 am

Achei muito bom . Basta lembrar do remake de O vingador do futuro para lembrar o que realmente uma porcaria.

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Drico em Qui Mar 06, 2014 11:40 am

São cenas bem coreografadas, Doug... mas emoção, pra mim, é outra coisa.

E durante o filme inteiro falam do tal calibre .50 que mataria o Robocop e o ED-209 enche ele de bala e não mata? Qual o calibre dele? .499?

Enfim, sorte de quem gostou, pq o meu ingresso não valeu.

tetsuozero escreveu:Achei muito bom . Basta lembrar do remake de O vingador do futuro para lembrar o que realmente uma porcaria.

Menos pior não quer dizer bom.

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por EuripedezMACRE em Qui Mar 06, 2014 11:44 am



Quem tiver tempo e disposição leia essa crítica do Pablo ! Achei ela muito justa e inteligente !  Thumbleft 

Crítica de Pablo Vilaça :
Qual abordagem adotar ao ser encarregado de refilmar uma obra que não apenas foi muito bem recebida em sua época como ainda ganhou status cult com o passar dos anos? Caso a estratégia seja permanecer fiel ao original, o resultado será visto como uma mera reprodução desnecessária do anterior ou – pior – como uma cópia inferior; por outro lado, afastar-se demais da fonte pode despertar protestos por parte dos fãs do original. Assim, é admirável perceber como José Padilha e o roteirista estreante Joshua Zetumer contornam o problema ao criarem um filme completamente diferente em torno do mesmo personagem que protagonizou o longa de Paul Verhoeven em 1987, abandonando a distopia inspirada pela era Reagan ao mesmo tempo em que tocam sutilmente em questões políticas contemporâneas e relevantes.
A base da história é a mesma: Alex Murphy (Kinnaman), um policial íntegro e corajoso, é gravemente ferido por bandidos impiedosos e é transformado pela empresa Omnicorp em um híbrido de máquina e tecido biológico a fim de dar origem a um inédito e eficiente oficial da Lei. No entanto, ao contrário do que ocorria no longa original, aqui não apenas a esposa de Murphy consente com a ação da corporação como o próprio protagonista tem plena consciência de sua identidade desde o primeiro momento. Assim, em vez de se concentrar na trama de crimes e na sátira política, o novo Robocop opta por focar no processo de criação do personagem-título e, principalmente, em questões complexas sobre sua natureza, discutindo, em essência, o que o torna humano ou máquina.
Como disse Eric Rohmer, “um bom filme é também um documento de sua época” – e, neste aspecto, Robocop não deixa a desejar: embutidos em sua trama futurista surgem temas como a política internacional bélica dos Estados Unidos; as condições miseráveis das sweatshops criadas na Ásia por corporações como a Apple; a politização cada vez mais óbvia da mídia; e, claro, a utilização de tragédias pessoais como moeda política (assim como a “morte” de Alex Murphy se transforma em pauta de manipulação, a tragédia recente que levou o cinegrafista Santiago Andrade foi cooptada pela mídia direitista como ferramenta de ataque). No entanto, se a crítica política era o centro do filme de Verhoeven, aqui Padilha apenas salpica as discussões ao longo da narrativa, empregando-as como contexto de uma trama que se concentra mesmo nos dilemas de seu protagonista.
Entre estes dilemas, o central: quem/o que é Robocop, afinal? São seus restos biológicos (exibidos numa cena angustiante) que o tornam humano ou é mesmo sua mente? E se esta mente – ou, em último grau, sua “consciência” – pode ser livremente manipulada pelos cientistas da Omnicorp, isto o torna menos humano? Afinal, Murphy jamais perde a consciência de quem é (ou foi), o que o obriga a lidar com sua nova condição, o que inclui o uso de antidepressivos – e, assim, ao ouvirmos o tema do Homem de Lata de O Mágico de Oz, não é difícil percebermos a analogia estabelecida pelo filme, que se preocupa justamente em tentar entender a natureza de seu herói. Assim, quando o cientista vivido por Gary Oldman é obrigado a corrigir as falhas de sua criação, logo percebe que estas estão relacionadas justamente ao que o torna um indivíduo, oferecendo ao (razoável) ator Joel Kinnaman a oportunidade de traçar o caminho inverso ao percorrido por Peter Weller no filme de 87, já que essencialmente seu Robocop vai se tornando mais impassível e mecânico com o passar do tempo.
É intrigante, desta maneira, constatar como logo no início da projeção Padilha e seu roteirista plantam uma pista fundamental acerca do objetivo principal da narrativa ao trazerem um veterano amputado tentando tocar violão com mãos mecânicas e descobrindo que suas emoções atrapalham seus acordes – exatamente o mesmo dilema que o protagonista enfrentará eventualmente. Desta maneira, quando percebemos a frustração do personagem de Oldman diante da eficiência estratégica de sua criação (que, claro, só ocorre diante da supressão de seu componente humano), percebemos que isto é um reflexo da angústia da esposa de Murphy – um sentimento que Padilha retrata de maneira brilhante no plano em que Robocop se coloca diante do filho enquanto seu rosto se mantém fora de quadro, indicando a distância de sua essência até que ele se ajoelha para o filho e se torna subitamente humano.
Já do ponto de vista da trama em si, é digno de nota perceber como o roteiro jamais transforma a Omnicorp e seu presidente em vilões unidimensionais: sim, o CEO interpretado por Keaton pode ser inescrupuloso, mas não como aquele vivido por Ronnie Cox no original, já que seu maior receio provém não de sua ganância ou de sua psicopatia, mas do receio de que Robocop seja combatido pelos políticos ao investigar a corrupção nos altos escalões, o que poderia comprometer os lucros da empresa. Em contrapartida, mesmo se distanciando tematicamente do filme de 87, esta refilmagem presta homenagens pontuais ao empregar não só o emblemático tema de Basil Poledouris, mas também ao fazer referências ao bordão “I’d buy that for a dollar", ao trazer os robôs ED-209 e ao substituir os comerciais de televisão criados por Verhoeven pelo programa ancorado por Samuel L. Jackson.
E isto já é o bastante, posto que, caso buscasse seguir mais de perto o original, o novo Robocop seria não só uma cópia barata, mas também uma obra anacrônica. Assim, caso você queira assistir ao mesmo filme, o melhor caminho é revisitar o trabalho de Paul Verhoeven, já que esta criação de José Padilha é algo bastante diferente. Mas não menos admirável.

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Convidado em Qui Mar 06, 2014 11:45 am

Drico escreveu:São cenas bem coreografadas, Doug... mas emoção, pra mim, é outra coisa.

E durante o filme inteiro falam do tal calibre .50 que mataria o Robocop e o ED-209 enche ele de bala e não mata? Qual o calibre dele? .499?

Enfim, sorte de quem gostou, pq o meu ingresso não valeu.

tetsuozero escreveu:Achei muito bom . Basta lembrar do remake de O vingador do futuro para lembrar o que realmente uma porcaria.

Menos pior não quer dizer bom.

Mas em nenhum momento se fala que calibre .50 mataria ele, os bandidos que presumem que possa funcionar pois é o maior calibre disponível...

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Daniel_tdk em Qui Mar 06, 2014 11:53 am

Eles não presumem, a própria OCP sabe e fala isso.

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Drico em Qui Mar 06, 2014 11:54 am

O Rorschach fala isso no treinamento dele. Inclusive ele diz q está usando uma calibre .50

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Convidado em Qui Mar 06, 2014 11:55 am

Daniel_tdk escreveu:Eles não presumem, a própria OCP sabe e fala isso.

Drico escreveu:O Rorschach fala isso no treinamento dele. Inclusive ele diz q está usando uma calibre .50

Então entramos em uma contradição, porque esse é o infográfico divulgado:


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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por ESM999 em Qui Mar 06, 2014 11:58 am

Drico escreveu:Poxa, Lu... é tanta coisa que vai ser mais fácil qdo a gente se encontrar na LE hahaha

Mas basicamente eu não consegui me apegar ao personagem do Murphy e muito menos torcer por ele. Me pareceu um grande babaca no início do filme e dps quando pegou a armadura tb...

A Detroit do filme era muito limpa, se bobear não mostrou nenhuma pixação... diferente do lixo que era no original. Até um bandidinho q ele interroga mora num subúrbio tranquilo com ruas limpas. O filme não me mostrou a necessidade de um policiamento robotizado. Ele não salva nenhum civil em perigo. Prende um cara no meio da multidão e dps só fica pensando no próprio crime. No original ele já coloca uma tentativa de estupro desesperadora que o Robocop chega e estraçalha o pau do estuprador... No "estuprador" desse filme ele dá um choque...

O bandido que prepara o atentado ao Murphy é sem carisma e irrelevante na trama. Vc não precisa nem pensar muito q lembra de cara de uns 3 capangas do filme velho, mas e desse? A gangue antiga é toda construída pra você vibrar quando o Robocop apaga os caras (e como apaga!). Nesse vc já nem tem raiva dos caras e morrem todos de uma vez de qualquer jeito.

O pessoal fala tanto em desapegar do antigo, mas o filme o tempo todo faz questão de lembrar. Seja com o tema original tocado a conta gotas quanto as frases jogadas... Eles conseguiram forçar a "Dead or alive you're coming with me" q não fez sentido nenhum. No outro ela tinha um propósito e por isso era lembrada.

Sem falar do final que é melhor nem comentar... Mas a gente conversa na LE no sábado hahaha cada vez q lembro gosto menos do filme haha

Cara, desculpa eu me meter na sua conversa, e nem vou entrar na questão se vc gostou ou não do filme, pois é um lance de opinião, e vc tem todo direito a isso.  Mas eu acho que vc foi ao cinema querendo assistir o filme de 87, e esse filme já existe.

Eu quando entrei no cinema, tinha certeza de que não iria assistir nada que se parecesse com o filme original....e pra ser sincero, e nem gostaria que isso acontecesse, porque eu já tenho o original na minha coleção e já assisti várias vezes, portanto fui tranquilo ver esse remake, e gostei do que vi.  Achei o filme sensacional?  Não.  Mas te digo que gostei muito!  Seria bom se tivesse tido um pouco mais de violência?  Lógico!  Mas essa é a realidade de nosso tempo...infelizmente não é possível mais termos um filme tão violento como o de 87.  Veja o caso do Dredd, o filme é ótimo, extremamente violento, só que recebeu uma classificação altíssima e poucas pessoas puderam assistí-lo.

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Convidado em Qui Mar 06, 2014 12:00 pm

ESM999 escreveu:

Cara, desculpa eu me meter na sua conversa, e nem vou entrar na questão se vc gostou ou não do filme, pois é um lance de opinião, e vc tem todo direito a isso.  Mas eu acho que vc foi ao cinema querendo assistir o filme de 87, e esse filme já existe.

Eu quando entrei no cinema, tinha certeza de que não iria assistir nada que se parecesse com o filme original....e pra ser sincero, e nem gostaria que isso acontecesse, porque eu já tenho o original na minha coleção e já assisti várias vezes, portanto fui tranquilo ver esse remake, e gostei do que vi.  Achei o filme sensacional?  Não.  Mas te digo que gostei muito!  Seria bom se tivesse tido um pouco mais de violência?  Lógico!  Mas essa é a realidade de nosso tempo...infelizmente não é possível mais termos um filme tão violento como o de 87.  Veja o caso do Dredd, o filme é ótimo, extremamente violento, só que recebeu uma classificação altíssima e poucas pessoas puderam assistí-lo.

Foi exatamente isso que fiz, e por isso curti o filme demais, o antigo também é épico e foda, mas cada um no seu tempo, esse é o foda de hoje.

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Daniel_tdk em Qui Mar 06, 2014 12:05 pm

Drico escreveu:O Rorschach fala isso no treinamento dele. Inclusive ele diz q está usando uma calibre .50
 Hahaha boa.
DouG-MGA escreveu:Então entramos em uma contradição, porque esse é o infográfico divulgado:
http://oi62.tinypic.com/99hxmh.jpg
DouG, se puder ver o filme novamente, veja! Esse infográfico nem é do site oficial do filme.  Razz 

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Drico em Qui Mar 06, 2014 12:15 pm

Pode ser, ESM99, mas quando logo na introdução do filme eles colocam o tema original, fica difícil esquecer... O próprio filme fez questão de lembrar do antigo pra mim o tempo todo. Fui ver mais pq era do Padilha doq por ser remake do Robocop, senão nem teria ido (assim como não fui ver Vingador do Futuro). Queria muito ter gostado, mas não consegui.

Também gostei muito do Dredd e parece que irá ter uma continuação graças as vendas de blu-ray/DVD. O filme encontrou seu público. Robocop foi fazer filme com classificação de 13 anos e mesmo assim foi mal na bilheteria... oq adiantou?


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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por ESM999 em Qui Mar 06, 2014 12:17 pm

O lance do calibre .50 matar o Robocop é somente se o tiro for na cabeça...do contrário só irá causar danos no corpo robótico.


Última edição por ESM999 em Qui Mar 06, 2014 12:43 pm, editado 1 vez(es)

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por ESM999 em Qui Mar 06, 2014 12:21 pm

Drico escreveu:Pode ser, ESM99, mas quando logo na introdução do filme eles colocam o tema original, fica difícil esquecer... O próprio filme fez questão de lembrar do antigo pra mim o tempo todo. Fui ver mais pq era do Padilha doq por ser remake do Robocop, senão nem teria ido (assim como não fui ver Vingador do Futuro). Queria muito ter gostado, mas não consegui.

Também gostei muito do Dredd e parece que irá ter uma continuação graças as vendas de blu-ray/DVD. O filme encontrou seu público. Robocop foi fazer filme com classificação de 13 anos e mesmo assim foi mal na bilheteria... oq adiantou?

Mal de bilheteria??  Não cara, a bilheteria só não foi expressiva nos EUA, até porque eles são o alvo das críticas do filme.  Mas pelos cálculos, ele irá se pagar e ainda abrirá caminho para uma sequência.

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Drico em Qui Mar 06, 2014 12:30 pm

Se pagar ele vai, mas a bilheteria que eles mais consideram pra falar de sucesso é a dos EUA. Lanterna Verde fez o dobro de bilheteria do Robocop nos EUA e foi considerado um fracasso retumbante.

Apenas torço para que o Padilha continue tendo oportunidades por lá.

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por ESM999 em Qui Mar 06, 2014 12:36 pm

Ah sim, oportunidades o Padilha terá, se vc não viu o programa Roda Viva com ele, então veja.  Nesse programa, ele conta os projetos que ele já tem fora do Brasil.  O cara realmente tá construindo uma carreira.

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por RODRIGAUM em Dom Mar 09, 2014 10:53 am

EuripedezMACRE escreveu:

Quem tiver tempo e disposição leia essa crítica do Pablo ! Achei ela muito justa e inteligente !  Thumbleft 

Crítica de Pablo Vilaça :
Qual abordagem adotar ao ser encarregado de refilmar uma obra que não apenas foi muito bem recebida em sua época como ainda ganhou status cult com o passar dos anos? Caso a estratégia seja permanecer fiel ao original, o resultado será visto como uma mera reprodução desnecessária do anterior ou – pior – como uma cópia inferior; por outro lado, afastar-se demais da fonte pode despertar protestos por parte dos fãs do original. Assim, é admirável perceber como José Padilha e o roteirista estreante Joshua Zetumer contornam o problema ao criarem um filme completamente diferente em torno do mesmo personagem que protagonizou o longa de Paul Verhoeven em 1987, abandonando a distopia inspirada pela era Reagan ao mesmo tempo em que tocam sutilmente em questões políticas contemporâneas e relevantes.
A base da história é a mesma: Alex Murphy (Kinnaman), um policial íntegro e corajoso, é gravemente ferido por bandidos impiedosos e é transformado pela empresa Omnicorp em um híbrido de máquina e tecido biológico a fim de dar origem a um inédito e eficiente oficial da Lei. No entanto, ao contrário do que ocorria no longa original, aqui não apenas a esposa de Murphy consente com a ação da corporação como o próprio protagonista tem plena consciência de sua identidade desde o primeiro momento. Assim, em vez de se concentrar na trama de crimes e na sátira política, o novo Robocop opta por focar no processo de criação do personagem-título e, principalmente, em questões complexas sobre sua natureza, discutindo, em essência, o que o torna humano ou máquina.
Como disse Eric Rohmer, “um bom filme é também um documento de sua época” – e, neste aspecto, Robocop não deixa a desejar: embutidos em sua trama futurista surgem temas como a política internacional bélica dos Estados Unidos; as condições miseráveis das sweatshops criadas na Ásia por corporações como a Apple; a politização cada vez mais óbvia da mídia; e, claro, a utilização de tragédias pessoais como moeda política (assim como a “morte” de Alex Murphy se transforma em pauta de manipulação, a tragédia recente que levou o cinegrafista Santiago Andrade foi cooptada pela mídia direitista como ferramenta de ataque). No entanto, se a crítica política era o centro do filme de Verhoeven, aqui Padilha apenas salpica as discussões ao longo da narrativa, empregando-as como contexto de uma trama que se concentra mesmo nos dilemas de seu protagonista.
Entre estes dilemas, o central: quem/o que é Robocop, afinal? São seus restos biológicos (exibidos numa cena angustiante) que o tornam humano ou é mesmo sua mente? E se esta mente – ou, em último grau, sua “consciência” – pode ser livremente manipulada pelos cientistas da Omnicorp, isto o torna menos humano? Afinal, Murphy jamais perde a consciência de quem é (ou foi), o que o obriga a lidar com sua nova condição, o que inclui o uso de antidepressivos – e, assim, ao ouvirmos o tema do Homem de Lata de O Mágico de Oz, não é difícil percebermos a analogia estabelecida pelo filme, que se preocupa justamente em tentar entender a natureza de seu herói. Assim, quando o cientista vivido por Gary Oldman é obrigado a corrigir as falhas de sua criação, logo percebe que estas estão relacionadas justamente ao que o torna um indivíduo, oferecendo ao (razoável) ator Joel Kinnaman a oportunidade de traçar o caminho inverso ao percorrido por Peter Weller no filme de 87, já que essencialmente seu Robocop vai se tornando mais impassível e mecânico com o passar do tempo.
É intrigante, desta maneira, constatar como logo no início da projeção Padilha e seu roteirista plantam uma pista fundamental acerca do objetivo principal da narrativa ao trazerem um veterano amputado tentando tocar violão com mãos mecânicas e descobrindo que suas emoções atrapalham seus acordes – exatamente o mesmo dilema que o protagonista enfrentará eventualmente. Desta maneira, quando percebemos a frustração do personagem de Oldman diante da eficiência estratégica de sua criação (que, claro, só ocorre diante da supressão de seu componente humano), percebemos que isto é um reflexo da angústia da esposa de Murphy – um sentimento que Padilha retrata de maneira brilhante no plano em que Robocop se coloca diante do filho enquanto seu rosto se mantém fora de quadro, indicando a distância de sua essência até que ele se ajoelha para o filho e se torna subitamente humano.
Já do ponto de vista da trama em si, é digno de nota perceber como o roteiro jamais transforma a Omnicorp e seu presidente em vilões unidimensionais: sim, o CEO interpretado por Keaton pode ser inescrupuloso, mas não como aquele vivido por Ronnie Cox no original, já que seu maior receio provém não de sua ganância ou de sua psicopatia, mas do receio de que Robocop seja combatido pelos políticos ao investigar a corrupção nos altos escalões, o que poderia comprometer os lucros da empresa. Em contrapartida, mesmo se distanciando tematicamente do filme de 87, esta refilmagem presta homenagens pontuais ao empregar não só o emblemático tema de Basil Poledouris, mas também ao fazer referências ao bordão “I’d buy that for a dollar", ao trazer os robôs ED-209 e ao substituir os comerciais de televisão criados por Verhoeven pelo programa ancorado por Samuel L. Jackson.
E isto já é o bastante, posto que, caso buscasse seguir mais de perto o original, o novo Robocop seria não só uma cópia barata, mas também uma obra anacrônica. Assim, caso você queira assistir ao mesmo filme, o melhor caminho é revisitar o trabalho de Paul Verhoeven, já que esta criação de José Padilha é algo bastante diferente. Mas não menos admirável.

COMENTÁRIO de RORIGO VILAÇA, sobre RECORTE da Crítica do PABLO VILAÇA:

A base da história é a mesma: Alex Murphy (Kinnaman), um policial íntegro e corajoso, é gravemente ferido por bandidos impiedosos e é transformado pela empresa Omnicorp em um híbrido de máquina e tecido biológico a fim de dar origem a um inédito e eficiente oficial da Lei. No entanto, ao contrário do que ocorria no longa original, aqui não apenas a esposa de Murphy consente com a ação da corporação como o próprio protagonista tem plena consciência de sua identidade desde o primeiro momento. Assim, em vez de se concentrar na trama de crimes e na sátira política, o novo Robocop opta por focar no processo de criação do personagem-título e, principalmente, em questões complexas sobre sua natureza, discutindo, em essência, o que o torna humano ou máquina.
Como disse Eric Rohmer, “um bom filme é também um documento de sua época” – e, neste aspecto, Robocop não deixa a desejar: embutidos em sua trama futurista surgem temas como a política internacional bélica dos Estados Unidos; as condições miseráveis das sweatshops criadas na Ásia por corporações como a Apple; a politização cada vez mais óbvia da mídia; e, claro, a utilização de tragédias pessoais como moeda política (assim como a “morte” de Alex Murphy se transforma em pauta de manipulação, a tragédia recente que levou o cinegrafista Santiago Andrade foi cooptada pela mídia direitista como ferramenta de ataque). No entanto, se a crítica política era o centro do filme de Verhoeven, aqui Padilha apenas salpica as discussões ao longo da narrativa, empregando-as como contexto de uma trama que se concentra mesmo nos dilemas de seu protagonista.

Entre estes dilemas, o central: quem/o que é Robocop, afinal? São seus restos biológicos (exibidos numa cena angustiante) que o tornam humano ou é mesmo sua mente? E se esta mente – ou, em último grau, sua “consciência” – pode ser livremente manipulada pelos cientistas da Omnicorp, isto o torna menos humano? Afinal, Murphy jamais perde a consciência de quem é (ou foi), o que o obriga a lidar com sua nova condição, o que inclui o uso de antidepressivos – e, assim, ao ouvirmos o tema do Homem de Lata de O Mágico de Oz, não é difícil percebermos a analogia estabelecida pelo filme, que se preocupa justamente em tentar entender a natureza de seu herói. Assim, quando o cientista vivido por Gary Oldman é obrigado a corrigir as falhas de sua criação, logo percebe que estas estão relacionadas justamente ao que o torna um indivíduo, oferecendo ao (razoável) ator Joel Kinnaman a oportunidade de traçar o caminho inverso ao percorrido por Peter Weller no filme de 87, já que essencialmente seu Robocop vai se tornando mais impassível e mecânico com o passar do tempo.

É intrigante, desta maneira, constatar como logo no início da projeção Padilha e seu roteirista plantam uma pista fundamental acerca do objetivo principal da narrativa ao trazerem um veterano amputado tentando tocar violão com mãos mecânicas e descobrindo que suas emoções atrapalham seus acordes – exatamente o mesmo dilema que o protagonista enfrentará eventualmente. Desta maneira, quando percebemos a frustração do personagem de Oldman diante da eficiência estratégica de sua criação (que, claro, só ocorre diante da supressão de seu componente humano), percebemos que isto é um reflexo da angústia da esposa de Murphy – um sentimento que Padilha retrata de maneira brilhante no plano em que Robocop se coloca diante do filho enquanto seu rosto se mantém fora de quadro, indicando a distância de sua essência até que ele se ajoelha para o filho e se torna subitamente humano.



Em especial a cena que mostra o que SOBROU do infeliz Alex Murphy, na qual ele pede que o MATEM é o ápice do filme, qualquer outro diálogo e cena fica aquém do que o filme tem a apresentar: QUEM suportaria VIVER sabendo que é um SACO DE CARNE dentro um corpo cibernético??????   notbad mother

E como disse o Murphy original em ROBOCOP 2 (em 92): Calma, Lewis! Somo APENAS humanos...  Nerd 

A roupa prateada ficou MUITO FODA nesse cara:



Última edição por RODRIGAUM em Dom Mar 09, 2014 1:01 pm, editado 2 vez(es)

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por The Legend em Dom Mar 09, 2014 11:13 am

Pois é. Que filme FODA!

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Galileu Bizarro em Dom Mar 09, 2014 5:30 pm

Quero bonecos dessa porcaria!

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Warcio em Seg Mar 10, 2014 9:04 am

DouG-MGA escreveu:
Octavarium escreveu:Filminho fraco do carai.
Bla bla bla demais, ação de menos.

Nisso concordo, mas os 5 minutos de ação são 10 vezes mais bem elaborados e emocionante que as 2 horas de "ação" dos filmes do Robocop antigo.

só sabem falar isso o filme antigo isso ,o filme antigo aquilo será que eles realmente assistiram ?
nao falam do filme novo  Thinking 

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

Mensagem por Warcio em Seg Mar 10, 2014 9:18 am

mas pra quem vendeu frango frito e calça jeans
isso o robocop tira de letra

https://www.youtube.com/watch?v=7pOoSe2K5DU

https://www.youtube.com/watch?v=2tUag07bW8w

https://www.youtube.com/watch?v=leUfZcvq2LA



https://www.youtube.com/watch?v=RGyA7N-ke3U

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Re: [CINEMA] [Tópico Oficial] Robocop (Remake) - Bonde do spoilerzão liberado

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